

DOEM MUITO AS CHICOTADAS DO ALGOZ EDUARDO
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Para o texto: Falta de Compostura De: Dartagnan Ferraz ____________________________________
Na escravidão, depois que o escravo recebia lá umas cem chicotadas, ou mais, era obrigado a beijar o chicote ensanguentado e ainda (mais que humildemente), ajoelhar-se e, aos gemidos, pedir a bênção ao seu amo. Nada mudou na relação escravo versus senhor, ou melhor: na relação Brasil X Estados Unidos. Eduardo Bolsonaro, coitadinho, é apenas o algoz, o lacaio, também escravo, que se incumbe das chibatadas, sem dó nem piedade, sem pudor, sem humanidade, porque não tem caráter, tampouco dignidade. Nós é que temos que engolir essa cachaça que, aliás, nem vai sair de graça. Vamos ter mesmo é que comer mais uma boa nacada do pão que o diabo amassou. Além de nos curvarmos diante do seu chicote (parece que as chicotadas não vão mais ter fim, pois reforçam agora o mandato do algoz lá fora), ainda nos obrigamos a cuidar do envio do seu gordo salário, em dólares, recheado de penduricalhos, tudo saído dos cofres públicos, isto é: de nossos impostos, de nossas minguadas economias... Enquanto existir esse tal de "PL", Protetor do golpista mor e do Lesa-pátria, vem-nos na garganta a vontade de gritar: Canalhas, canalhas, canalhas!", como bem o fez e ainda faria o saudoso democrata Tancredo Neves. .
(fernandoafreire.net) ___________________________________________ INTERAÇÃO Fernando - A dinâmica da opressão permanece incólume: assim como o escravo, após suportar incontáveis chicotadas, era obrigado a beijar o aço implacável do seu algoz e a suplicar por sua bênção ajoelhado, hoje vivemos um paralelo sombrio entre Brasil e Estados Unidos. Eduardo Bolsonaro, longe de ser apenas um opressor, é ele próprio um fantoche da servidão, um carrasco designado, desprovido de caráter e dignidade, que impõe a violência sem remorso nem humanidade. Somos nós, o povo, que devemos engolir o fel dessa submissão amarga — uma cachaça amarga que não será bebida sem consequências. Teremos que suportar ainda mais o amargo “pão que o diabo amassou”, enquanto nos curvamos diante do chicote que não parece ter fim, intensificado para consolidar o domínio estrangeiro. Além do sofrimento, somos forçados a arcar com o luxo do algoz: seu gordo salário em dólares, recheado de penduricalhos, retirado de nossos pobres cofres públicos, frutos de nossos impostos e economias já exíguas. Enquanto o nefasto "PL" continuar a proteger esse golpista supremo e traidor da pátria, a vontade que emerge é a mesma que ecoou da garganta do saudoso Tancredo Neves: gritar, enfurecidos, “Canalhas! Canalhas! Canalhas!”. Filosofiaehistoriafacil (20/09/2025, 11:32:30 BRT) _______________________________________________________ Fernando A Freire
Enviado por Fernando A Freire em 17/09/2025
Alterado em 21/09/2025 Comentários
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