Fernando A Freire

Amar a dois sobre todas as coisas

Textos

ADIVINHA DE QUEM ESTOU FALANDO!...

 

 

Trata-se de um ser que, mesmo preso, ainda tenta exibir seu narcisismo como forma de eternizar um sonhado poder.

Mesmo preso, ainda estufa o peito para fazer brilhar a patente de mau militar, um ser vil, de espírito rebelde, indisciplinado e desobediente.

Mesmo preso, ainda insiste em espraiar inverdades, protegidas pelo manto de uma atroz, maquiavélica e doentia personalidade.

Ensimesmado ou endiabrado, lacra com solda o azar em si mesmo, personificado em sua aura, haja vista que, todos (sem exceção), todos aqueles que se aproximaram desse ser maligno terminaram mordidos no pescoço - e se deram mal.

Dos que mais se aproximaram, fora os que adoeceram e os que já morreram. muitos estão presos, ou foragidos, ou tiveram alvissareira carreira militar prejudicada, ou estão sendo notícia na página policial de algum jornal... 

Não há notícia de que alguém - de bom senso ou não -, depois de aproximar-se dele, tenha se dado bem.  

Enfim, de que adiantaria repor a tornozeleira eletrônica nesse morto-vivo, se é sabido e esperado que ele, o mito (ou o vampiro mitológico), vai mordê-la novamente??!!...

Com certeza, tentará morder até mesmo as grades de ferro da sua prisão.

Pior: os afetados pelo azar não param de gritar: "O mito voltará!", "O mito voltará!"...

Por via das dúvidas - um alerta não faz mal -, protejam-se do azar, ou melhor:

protejam os seus pescoços.

 

 

Fernando A Freire
Enviado por Fernando A Freire em 28/12/2025
Alterado em 28/12/2025


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